Release/Histórico
Vamos deixar que os outros falem da gente:
“O segundo dia do evento viu o grupo mais original entre as bandas locais, o Jane Fonda. O curioso nome escondia um rock elaborado, de canções envolventes e com bases que iam do hardcore ao pop convencional - mas tudo misturado de modo intrigante e pouco previsível.”
(Marco Antonio Barbosa, Clique Music - 19/05/2003 – São Paulo/SP)
“Parei para prestar mais atenção, entre um clique e outro, e vi que não se tratava de nenhuma banda cover, ou mesmo xerox de qualquer outra identificada com o nu-metal. E, melhor, o Jane Fonda ainda se apresentava de uma forma completamente original, com uma música pesada, cheia de idas e vindas, mas ao mesmo tempo, agradavelmente pop, no melhor dos sentidos. E, melhor, cantando em bom e gritado português, também com letras que possuem conteúdo. É, repito, rock brasileiro de vanguarda, para o Brasil e para o mundo.”
(Marcos Bragatto, Revista Dynamite - 26/05/2003 – São Paulo/SP)
“Uma paulada. Assim foi o show da banda Jane Fonda, no Palco Nativo. Guitarras pesadas, um baixo denso e uma bateria acelerada, junto com um vocal gritado, mas melódico, fizeram parte da música que fez o público pular e balançar a cabeça nesta noite de sábado.”
(Site www.cearamusic.com.br – OUT/2003 - Fortaleza/CE).
“Jane Fonda, uma das mais promissoras do Estado, que já recebeu elogiosas críticas na mídia nacional, principalmente depois da sua bem-sucedida apresentação na edição do ano passado do festival MADA. Publicações como as revistas "Zero", "Dynamite" e "Clique Music" apostam até numa carreira internacional para a banda - talento é o que parece não lhe faltar.”
(Jornal de Hoje – 30/01/2004 – Natal/RN)
“Em seguida o Jane Fonda mostrou porque é um dos grupos de maior sucesso na cena local. Muito carisma, entrosamento e boas canções contagiaram o público. O Jane Fonda aproveitou para mostrar as novas composições do próximo disco.”
(Site www.cabugi.com – 21/05/2004 – Natal/RN)
“Quando a potiguar Jane Fonda deu os seus primeiros acordes, a Arena do Hotel Imirá Plaza já estava totalmente lotada. Uma das atuais queridinhas do circuito, fez bonito e apresentou um dos melhores entrosamentos entre músicos e platéia. O Jane Fonda foi responsável pelo início da explosão do público, que cantou junto e deu inúmeros sinais de comoção.”
(Jornal de Hoje – 21/05/2004 – Natal/RN)
“A entrada do Jane Fonda foi surpreendente, com o vocalista pulando para a platéia e emergindo no meio da turba aos urros. A banda optou por apresentar canções de seu segundo CD, o que deixou o show um tanto introspectivo em muitos momentos. No fim, Rodrigo BS pulou de novo para o público e dessa vez surgiu messiânico, com os fãs tentando tocá-lo. A qualidade do som do Jane Fonda foi a melhor entre as bandas independentes.”
(Tribuna do Norte – 22/05/2004 – Natal/RN)
“Quase dez e meia de uma noite quente em Natal (pra variar) e o Jane Fonda, outra banda natalense, inicia sua apoteótica apresentação. O vocalista inicia o show literalmente nos braços da galera. Rock’n’roll direto, sem firulas. Guitarras competentes, baixo firme e vocais performáticos. O público presente, que já era em bom número, adorou e cantou junto. No hit “Homens São Feios”, sempre presente nas fms locais, o vocalista volta para o meio da multidão pra dividir os vocais com seus fãs.”
(Site www.dissonância.com – MAI/2004 – Porto Alegre/RS)
“Na mesma noite se apresentaram os potiguares Jane Fonda e Agregados Família do Rap. As duas, que já têm um trabalho conhecido pelo público local, foram as melhores da noite. A primeira ganha muito com a presença do vocalista Rodrigo BS, carismático e de voz poderosa, que já abriu o show cantando no gargarejo, perto da galera.”
(Site www.sobrecarga.com.br – 01/06/2004)